Se perguntarem por mim, Diga que não estou... Fecha o tempo lá fora E deita aqui comigo...
Nossos medos já não são os mesmos De uns meses atrás, de uns dias a mais Nossa dor já não nos prende a esmo Como fez quando a consciência impôs
Deixa a noite chegar, deixa esfriar Que a falta do teu cheiro me sufoca Deixa teu coração falar Que teu silêncio me mata
Espera as palavras voarem Que és ainda minha chuva na janela Elas vencerão a tempestade Pois vêm com pressa
És ainda a chuva que molha meu quintal Que traz solidão e segurança, aconchego no paradoxo Apaga a luz, fecha o tempo lá fora e deita comigo Se perguntarem por mim, hoje eu não estou...
Escrito por Luiz O. às 16h55
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