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Procurando a Poesia
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De onde vem esse medo sem tamanho de dizer a palavra errada, o gesto errado, o estopim do naufrágio? Por quê há de ser tão redundante esse medo de ser?
Apenas deixar que o vento desvie pelas folhas das arvores, deixar que as ondas virem espuma, deixar que as areias formem dunas e que o sol se ponha. É o primeiro andar da última centelha de vontade de estar em paz com os arredores.
Jurar ser a última é etéreo, chama crepitante de dores e lágrimas, De sonhos e sorrisos, sem a concretização de reciprocidade. Juras de amor eterno, karma incessante de cores e lástimas, De sorrisos tão sofridos, sem a conscientização da responsabilidade. Juras de amor etéreo, chama incessante de dores e lástimas, De sonhos tão sofridos, sem a conscientização de reciprocidade. Juras etéreas de eternidade, chama crepitante do karma incessante de lágrimas coloridas de dores e lástimas. De sonhar com sorrisos sofridos, sem a concretização da consciência da responsabilidade da reciprocidade.
Escrito por Luiz O. às 13h33
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