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    Um homem morre quando deixa de respirar, mas deixa de viver quando se esquece de sonhar...


    De onde vem esse medo sem tamanho de dizer a palavra errada, o gesto errado, o estopim do naufrágio? Por quê há de ser tão redundante esse medo de ser?

    Apenas deixar que o vento desvie pelas folhas das arvores, deixar que as ondas virem espuma, deixar que as areias formem dunas e que o sol se ponha. É o primeiro andar da última centelha de vontade de estar em paz com os arredores.

    Jurar ser a última é etéreo, chama crepitante de dores e lágrimas,
    De sonhos e sorrisos, sem a concretização de reciprocidade.
    Juras de amor eterno, karma incessante de cores e lástimas,
    De sorrisos tão sofridos, sem a conscientização da responsabilidade.
    Juras de amor etéreo, chama incessante de dores e lástimas,
    De sonhos tão sofridos, sem a conscientização de reciprocidade.
    Juras etéreas de eternidade, chama crepitante do karma incessante de lágrimas coloridas de dores e lástimas.
    De sonhar com sorrisos sofridos, sem a concretização da consciência da responsabilidade da reciprocidade.

    Escrito por Luiz O. às 13h33
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