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Procurando a Poesia
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E pelas vielas o vento marca o tempo que passou...
Sem notar, o tempo passou, o mundo mudou e o que era eterno acabou... O que era inconcebível aconteceu, tudo que era infinito se perdeu Sem notar, o incerto se concretizou, o inigualável falhou E ninguém percebeu...
Os olhos estavam fechados, fixos, cegos Enquanto, lá fora, um eclipse cobria o céu com a escuridão A prepotência indistinta, imutável dos egos Enquanto, lá fora, outro corpo em desespero erguia a mão
O vento, supostamente só pelas vielas, levanta folhas caídas do outono passado O vulto negro que caminha com a mão nos bolsos leva consigo as memórias Seu rosto frio parece abrir cortes profundos, expondo seu interior gelado Em seu assovio, canções antigas, símbolo de velhas histórias
Debaixo de seu casaco frio, cartas que nunca entregara Palavras sinceras nunca ditas, confessando verdades de tudo que nunca falou No peito, levou por aquela viela, um coração ferido, uma escara E, sem notar, o tempo passou, o mundo mudou e o que era eterno acabou...
Naquela viela, seus passos ecoaram pelo infinito que lhe abandonou E ninguém percebeu...
Escrito por Luiz O. às 23h11
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